quarta-feira, 17 de março de 2010

Balança comercial

Prévia da Balança Comercial Brasileira - 2ª semana de Março de 2010

Período
EXPORTAÇÃO
IMPORTAÇÃO
CORR. COMÉRCIO
SALDO
Dias Úteis
Valor
Média p/dia útil
Valor
Média p/dia útil
Valor
Média p/dia útil
Valor
Média p/dia útil
Março (acumulado até 2ª semana)
10
6.802
680,2
6.220
622,0
13.022
1.302,2
582
58,2
1a. semana (01 a 07)
5
3.379
675,8
2.879
575,8
6.258
1.251,6
500
100,0
2a. semana (08 a 14)
5
3.423
684,6
3.341
668,2
6.764
1.352,8
82
16,4
Acumulado no ano
48
30.304
631,3
29.495
614,5
59.799
1.245,8
809
16,9
Janeiro
20
11.305
565,3
11.472
573,6
22.777
1.138,9
-167
-8,4
Fevereiro
18
12.197
677,6
11.803
655,7
24.000
1.333,3
394
21,9
Março
10
6.802
680,2
6.220
622,0
13.022
1.302,2
582
58,2
Março/2009
22
11.809
536,8
10.053
457,0
21.862
993,7
1.756
79,8
Fevereiro/2010
18
12.197
677,6
11.803
655,7
24.000
1.333,3
394
21,9
Var. % Março-2010/Março-2009
26,7
36,1
31,0
Var. % Março-2010/Fevereiro-2010
0,4
-5,1
-2,3
Jan-Março/2010 (2ª semana)
48
30.304
631,3
29.495
614,5
59.799
1.245,8
809
16,9
Jan-Março/2009 (2ª semana)
49
24.565
501,3
22.911
467,6
47.476
968,9
1.654
33,8
Var. % Jan/Mar - 2010/2009
25,9
31,4
26,0
28,6
-51,1
-50,1
Fonte: SECEX/MDIC

terça-feira, 16 de março de 2010




Apex-Brasil renova parceria para Fórmula Indy

Acordo pretende fortalecer relações de negócios entre exportadores brasileiros e compradores americanos

Da redação
O presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Teixeira, e o Presidente da Indy Racing League, Terry Angstadt, assinaram, neste domingo (14/03), em São Paulo, o memorando de entendimento para a renovação do Projeto Fórmula Indy nas temporadas de 2011 e 2012. A solenidade foi realizada no espaço da Apex-Brasil no circuito de rua da Fórmula Indy, antes da largada da primeira corrida da temporada 2010. A Agência é parceira oficial da Indy Racing League (IRL) desde 2009.

O Projeto Fórmula Indy possibilita a promoção das empresas, produtos e serviços brasileiros nos Estados Unidos, e viabiliza rodadas de negócios entre os dois países durante as 17 etapas do campeonato de Fórmula Indy. No ano passado, o projeto estimulou negócios de US$ 370 milhões em vários setores. Para 2010, a Apex-Brasil espera superar os US$ 400 milhões em exportações brasileiras para os EUA.

Teixeira afirmou que “a parceria oferece promissoras expectativas de negócios para as empresas brasileiras”. O ministro do Esporte, Orlando Silva, também presente na corrida deste domingo, disse que “o esporte pode ser uma ferramenta para aproximar os empresários nas rodadas de negócios e de estimular a economia". O ministro do Turismo, Luiz Barreto, elogiou a parceria pela contribuição que ela traz para a imagem do Brasil no exterior.

A utilização do automobilismo como plataforma de estímulo às exportações permite às empresas nacionais mostrarem sua tecnologia, especialmente as que trabalham com etanol. O combustível renovável tem uma ótima repercussão no exterior, além de ter destaque na parceria da Fórmula Indy com a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA) para abastecimento dos carros no evento. Presidente da divisão comercial da Indy Racing League, entidade que comanda a Fórmula Indy, Terry Angstadt afirmou que a parceria tem sido produtiva para as duas organizações porque gera oportunidades de negócios para as empresas brasileiras nos Estados Unidos, no Canadá e no Japão.

FONTE: G1

segunda-feira, 15 de março de 2010

Segunda semana de março apresenta superávit de US$ 82 milhões

15/03/2010

Segunda semana de março apresenta superávit de US$ 82 milhões Na segunda semana de março (de 8 a 14), a balança comercial brasileira registrou superávit (diferença entre exportações e importações) de US$ 82 milhões, com uma média diária de US$ 16,4 milhões. Nesses cinco dias úteis, as exportações somaram US$ 3,423 bilhões (média diária de US$ 684,6 milhões) e as importações US$ 3,341 bilhões (média diária de US$ 668,2 milhões). A corrente de comércio (soma dos valores exportados e importados) do período foi de US$ 6,764 bilhões, o que significou negociações médias de US$ 1,352 bilhão por dia útil.

A média diária das exportações, na semana, foi 1,3% maior que a verificada na primeira semana do mês. Esse aumento foi atribuído aos embarques de básicos (+10,5%) – principalmente, minério de ferro, petróleo em bruto e carne de frango – e semimanufaturados (+13,3%) – com destaque para ouro em formas semimanufaturadas, ferro-ligas e ferro fundido. Na mesma comparação, as exportações de manufaturados caíram 8,3%, por conta de aviões, açúcar refinado, laminados planos, hidrocarbonetos e seus derivados e óxidos e hidróxidos de alumínio.

As importações, também pela média diária, cresceram 16% devido às aquisições de combustíveis e lubrificantes, equipamentos eletro-eletrônicos, automóveis e partes, produtos plásticos e de borracha.

Mês

As exportações, nas duas primeiras semanas de março, somaram US$ 6,802 bilhões, com média diária de US$ 680,2 milhões. Esse desempenho foi 26,7% maior que a média diária registrada em março do ano passado (US$ 536,8 milhões). Nessa comparação, cresceram as exportações de produtos das três categorias: semimanufaturados (+57,5%) – principalmente, ligas de alumínio, celulose, ferro-ligas, couros e peles, açúcar em bruto e alumínio em bruto –, básicos (+31,6%) – por conta de petróleo em bruto, mármores e granitos, trigo em grãos, minério de manganês e carne de frango – e manufaturados (+15,7%) – em razão de óleos combustíveis, óxidos e hidróxidos de alumínio, veículos de carga, automóveis e calçados.

Já em relação a fevereiro de 2010, quando a média diária das exportações brasileiras ficou em US$ 677,6 milhões, o crescimento foi de 0,4%, justificado pelo embarque de básicos (+4,2%). As exportações de semimanufaturados e manufaturados decresceram 3,6% e 0,4%, respectivamente.

Nos dez primeiros dias úteis de março, as importações totalizaram US$ 6,220 bilhões, com uma média diária de US$ 622 milhões. Esse valor ficou 36,1% acima do registrado como média diária das importações no mesmo mês do ano passado (US$ 457 milhões), por conta de aumentos nas compras brasileiras de produtos de borracha (+92,2%), automóveis e partes (+52,6%), combustíveis e lubrificantes (+49%), produtos plásticos (+48,9%) e instrumentos de ótica, precisão e médicos (+41,6%).

Na comparação com o desempenho médio diário das importações em fevereiro deste ano (US$ 655,7 milhões) houve um decréscimo de 5,1%, justificada penas aquisições de cereais e produtos de moagem (-36,7%), combustíveis e lubrificantes (-19,6%), siderúrgicos (-8,2%) e equipamentos eletro-eletrônicos (-4,5%).

Ano

De janeiro à segunda semana de março (48 dias úteis), as exportações chegaram a US$ 30,304 bilhões (média diária de US$ 631,3 milhões), desempenho 25,9% maior do que a média diária das exportações no mesmo período de ano passado (US$ 501,3 milhões).

Na mesma comparação, as importações cresceram 31,4%, ao saírem de uma média diária de US$ 467,6 milhões, até a segunda semana de março de 2009, para US$ 614,5 milhões no mesmo período deste ano. De janeiro à segunda semana de março as importações atingiram US$ 29,495 bilhões.

O superávit comercial acumulado no ano foi de US$ 809 milhões (média diária de US$ 16,9 milhões), valor 50,1% menor que o saldo médio diário apresentado no mesmo período do ano passado (US$ 33,8 milhões).

FONTE: MDIC.

sexta-feira, 12 de março de 2010

MDIC divulga balança de estados e municípios em fevereiro

11/03/2010

MDIC divulga balança de estados e municípios em fevereiro
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulga nesta quinta-feira (11/3), em sua página eletrônica (www.mdic.gov.br), dados referentes ao desempenho das 27 unidades da federação e de mais de 2 mil municípios brasileiros no comércio exterior em fevereiro.

Entre os estados, as exportações somaram US$ 12,197 bilhões e as importações US$ 11,803 bilhões, no mês. Com isso, o superávit (diferença entre o valor exportado e importado) do período ficou em US$ 394 milhões e a corrente de comércio (soma das duas operações) em US$ 24 bilhões.

A Região Sudeste vendeu ao mercado externo US$ 7,082 bilhões, com uma participação de 58% na pauta exportadora. Os três estados que compõem a Região Sul tiveram embarques de US$ 2,094 bilhões (17%). As próximas regiões do ranking são Nordeste – US$ 1,172 bilhão (9%); Centro-Oeste – US$ 906 milhões (7%) e, por fim, a Região Norte, com US$ 725 milhões (5%).

Municípios

No levantamento por municípios, Angra dos Reis (RJ) foi o maior exportador em janeiro e fevereiro de 2010, com embarques US$ 1,085 bilhão. No ranking dos municípios que mais exportaram, em segundo e terceiro lugares entraram São Paulo (SP), com vendas de US$ 762 milhões, e Macaé (RJ) – US$ 692 milhões. Em quarto lugar aparece o município de Paraupebas (PA) – US$ 578 milhões, e, em quinto, Vitória (ES) – US$ 543 milhões.


FONTE: MDIC.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Laboratório. 08/03/10


Neste dia, pesquisamos alguns produtos no site alibaba, referente ao trabalho interdisciplinar que está sendo realizado.
Aqui mostramos o "empenho" e a "concentração" dos alunos. kkkkkkk'

abraços, moçada!


[/méritos ao Alex que tirou as fotos (y)

quarta-feira, 10 de março de 2010

Como a propriedade intelectual pode impulsionar as empresas brasileiras

09/03/2010

Como a propriedade intelectual pode impulsionar as empresas brasileiras

No mercado globalizado e competitivo, ganhar espaço é uma tarefa difícil. Mas para quem possui ativos de propriedade intelectual, como marcas, patentes, indicações geográficas e desenhos industriais, tudo fica mais fácil. Casos como o do Vale dos Vinhedos, reconhecido como indicação geográfica, e da Apilani, empresa carioca que investe no desenvolvimento de máquinas para a indústria alimentícia, comprova esta tese e servem de inspiração para novos empreendedores. É o que ficará claro no Seminário sobre Inovação e Propriedade Intelectual, promovido pelo INPI e o Sistema Indústria, que será realizado no dia 11 de março, no Rio de Janeiro, durante a Olimpíada do Conhecimento, no Riocentro.

Desde que obteve do INPI o registro de indicação geográfica em 2002, a região do Vale dos Vinhedos (RS), produtora de vinho, valorizou sua terra em 200%, e o número de turistas só cresce. O reconhecimento desta região será demonstrado pelo presidente da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos, Aldemir Dadalt. O outro caso de sucesso em propriedade intelectual, da Apilani, será apresentado por seu diretor comercial da empresa, José Vilani, que mostrará como a empresa vem ganhando espaço no mercado a partir de soluções inovadoras protegidas por patentes.

A importância da propriedade intelectual no contexto do desenvolvimento tecnológico e industrial será analisada pelo diretor de articulação do INPI, Sérgio Paulino. Para reforçar a importância dos ativos de propriedade intelectual, o especialista Eduardo Tomiya falará sobre o valor das marcas. Só para dar uma idéia, marcas como Google valem mais de US$ 60 bilhões e representam quase metade do valor destas empresas.


FONTE: MDIC.

terça-feira, 9 de março de 2010

Retaliação do Brasil aos EUA pode causar guerra comercial, diz 'Financial Times'

Jornal destaca que países terão um mês para tentar solução negociada.
Governo brasileiro elevou impostos para produtos norte-americanos.


A decisão do governo brasileiro de elevar impostos de importação para produtos norte-americanos pode provocar uma guerra comercial entre Brasil e EUA, segundo reportagem, publicada nesta terça-feira (9), no jornal “Financial Times”.

Veja a lista dos produtos que serão incluídos em retaliação contra os EUA


O jornal destaca que a retaliação brasileira é resultado de uma disputa de oito anos na Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre subsídios que o governo americano destina aos produtores de algodão de seu país. E pondera que, como a decisão passa a valer dentro de um mês, os países terão este período para tentar uma solução negociada.

A reportagem afirma que mudanças significativas no subsídio ao algodão nos EUA teriam de envolver uma reformulação da lei agrícola e, posteriormente, obter uma difícil aprovação no Congresso.

Em entrevista ao jornal, Jon Huenemann, assessor do escritório de advocacia Miller & Chevalier, diz que “a única forma de evitar que isso se transforme em um desastre é oferecer algo significativo ao Brasil”


Do lado brasileiro, segundo o jornal, as autoridades estão abertas a negociar, mas que qualquer acordo terá de ser aplicado especificamente ao algodão.

Lista de produtos

O governo brasileiro publicou nesta segunda a lista de produtos com os quais pretende retaliar os Estados Unidos em até US$ 591 milhões. A lista traz produtos como cosméticos, eletrodomésticos e veículos.


O Brasil foi autorizado em dezembro de 2009 pela OMC a aplicar a retaliação contra os Estados Unidos, no valor de até US$ 830 milhões ao ano, em resposta aos subsídios norte-americanos ao algodão.


O secretário americano do Comércio, Gary Locke, fará visita a Brasília nesta terça.


FONTE: G1